
Fingidor não é só aquele que se manifesta expondo, o seu interior; fingidor é todo aquele que sente . . .sente em todas as vertentes do sentir. E por mais volatíl e banal, que seja, o simples facto de se sentir, não deixa de ser relevante para manter o equilibrio.
. . . Equilibrio, que contudo susceptivel ao caus de um "pequeno" anarquyista que perfere o caus . . .ao manter se numa farsa que se tese, a cada instante presenciado. . . Mãs não vivido.
Fingir . . .não é a negação de si mesmo, mas é sim um abrigo do gentio.E quando o ambiente envolvente se torna demasiado NU e misseravelmente mesquinho. . . .nada mais que um refugio no metafisico . . . para deixar as farsas no dito mundo real, a alimentarem se do que resta das suas vegetativas carcaças.